segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Da Serradela ao Sr do Aflitos.


Dados da Volta:

Distância: 34,82 kms
Tempo: 1h58m
Velocidade Média: 17,7 km/h
Velocidade Máxima: 52 km/h

O tempo não tem ajudado e consequentemente reflecte-se na forma física. Assim sendo teria que escolher um percurso relativamente rolante! Para isso aproveitei as abertas de sábado e fiz-me aos trilhos. 

A partida deu-se na Serradela, passando por Espindo, Zebral e finalmente Cruzinhas. Inicialmente estava prevista a subida até próximo do Talefe para depois descer pelo antigo trilho que encaixava nas Placas. Depois uma uma ligeira reflexão concluí que esta parte final seria demasiado arriscada para um pai de um filho!Portanto... mudança de planos.

Como as saudades dos trilhos da Maçã eram muitasresolvi fazer uma visitinha à capela do Sr dos Aflitos, já muito próximo de Salto. 
O certo é que o terreno das Cruzinhas até ao meu destino final estava com muita lama e obviamente muito pesado, mas valeu a pena! 
O regresso fez-se exactamente pelo mesmo trajecto só que com muito mais cansaço, com uma fome fora do vulgar e com a noite a surgir.
















segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Voltas a solo... Sra da Fé e Orada.


Depois de cerca de 15 dias sem pedalar, mais uma vez optei (via da necessidade) por efectuar uma volta  curta de final de tarde.

Distância: 25 km (Dados do Gps incompletos)
Tempo: 1h31m
Média: 16 km/h


Poucos kms após a saída de Vieira, e já em Cantelães, fiz uma pequena paragem para umas afinações na bicla e aí aproveitei para observar estes garranos.

Afinações feitas foi só continuar a subir até à Sra da Fé, sempre via alcatrão (por norma provoca-me alergia e desta vez não fugiu à regra).


Uma outra perspectiva da igreja da Sra da Fé.

Mas a primeira fase do primeiro descanso estava a chegar e, finalmente, também o alcatrão acabava aqui.
 Vieira, ao fundo.

Foi pena não trazer o presunto...

Para dar energia para as subidas que ainda não tinham finalizado.



As eólicas da Cabeça da Vaca e mais ao fundo as eólicas do Talefe.


 Mas para testar os novos pneus ainda fiz o trilho dos pinheiros... que maravilha.


O dia já estava frio, mas apanhar com esta nortada em final de dia já estava a ser "dureza".

Como parece ser habitual ainda houve tempo - que remédio - para ver o sol a "repousar no seu leito".
A partir daqui ainda houve tempo para passar pela Sra da Orada a assim mais uma vez cheguei a casa de noite.

domingo, 2 de dezembro de 2012

domingo, 25 de novembro de 2012

Saudades de volta (II)

Passei a(s) semana(s) a mentalizar-me que este fim-de-semana, desse por onde desse, tinha que ir pedalar na minha serra da Cabreira e, depois de ver as previsões meteorológicas que apontavam chuva, interiorizei mais que tinha mesmo que ser.
À saída de Casa, os últimos alertas de que estava para chover e ia ficar todo molhado, mas ainda assim lá fui.
 
Contornei pelo Pelourinho, subi a Picota, fui até à Botica pelos caminhos rurais, pela estrada municipal até Campos, virei no caminho junto às alminhas do Lopes, até à entrada do Carvalhal do Esporão para as primeiras fotografias.
 
 
Daqui segui pelo caminho que vai dar ás Cruzinhas. A chuva começava a ser mais e o próprio caminho tinha água, fazendo com que praticamente ficasse molhado na cabeça e nas pernas. A máquina fotográfica também começou a dar sinais de que estava a ficar afectada com tanta chuva, como se pode ver nas fotografias.
 

Nas Cruzinhas uma nova paragem para umas fotografias à barragem que estava na sua cota máxima.



Normalmente quando faço este trajecto costumo seguir para a direita em direcção à Tranqueta, mas variei um bocadinho e subi das Cruzinhas em direcção ao alto de Caniçó e à saída do lugar, nova paragem para fotografar o carvalhal onde as populações de Ruivães, Vale e Botica, fazem o merendeiro do Pardinho.



 
Daqui em diante foi quase sempre a rolar aproveitando que as subidas tinham terminado. Na volta do pardinho virei à direita, iniciando assim o regresso. Uma paragem junto a um ribeiro para uma nova fotografia.
 


Segui sempre pelo estradão que vem de Salto em direcção à Lameira. É muito rolante, mesmo com o terreno mole por causa da chuva e da lama. Na Tranqueta o estradão fica melhor, mais compacto, por causa dos arranjos aquando da instalação das eólicas. Foi sempre a rolar até perto da Casa da floresta da Lameira, onde parei no caminho quem vira para o Alto do Trovão para um apontamento fotográfico de que falarei depois.



Quando avistei Zebral o vento foi forte e ia-me deitando abaixo da bicicleta. Entre descer pela estrada e pel Botica ou descer pelo meio de Zebral até à Canela e daqui até à Abeleira e Ponte de Ruivães, optei por esta última, e não me arrependi.
Logo no alto de Zebral parei junto de amigos que estavam a fazer a matança do porco. Bebi uma tigela de vinho mas tive que recusar - a muito custo - o sangue cozido com azeite e alho, para mim, o melhor que tem as matanças.



Desci o lugar de Zebral até à Canela e daqui pela Abeleira até ao rio, atravessando-o no "Poço das Mulhres".



Daqui até ao "Traves" onde me fiz uma pergunta: «poderá um homem resistir aos encantos do "Traves"?»





O final de volta foi feito pela estrada até Ruivães, onde já me chamavam para o tão aguardado almoço.
 
Paulo Miranda


 

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

IV PASSEIO BTT ROTA DO FUMEIRO_03 MARÇO 2013






INSCRIÇÕES JÁ SE ENCONTRAM ABERTAS!!!
IV PASSEIO BTT ROTA DO FUMEIRO_03 MARÇO 2013

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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Volta a "solo" em final de dia...

Com o objectivo de "esticar as pernas" e debelar uma bruta constipação, nada como pedalar um pouco (neste caso num domingo à tarde, coisa muito pouco habitual). O inicialmente previsto seria uma volta ligeira a um ritmo calmo. A verdade é que os primeiros 10 kms seguiram esse registo, mas o bichinho da montanha falou mais alto e já em Rossas optei por subir para os Anjos e daí seguir o estradão que liga a Agra. Aí logo se via o que dava! Já na Casa da Guarda de Agra surgiu a dúvida: ir por Zebral, Espindo, Serradela e casa; Seirrão, Talefe, Pinheiro;  Meia-Encosta, Pinheiro, Vieira. A decisão recaiu na última opção (essencialmente por uma questão de tempo). Mesmo assim ainda deu para ver o sol a iniciar o seu "ciclo de sono" e chegar a casa de noite (sem iluminação).

Distância: 46 km
Tempo: 02h22
Vel. Média: 19km/h



 Junto à Casa da Guarda de Agra.


 Foi aqui que surgiu a dúvida. Por onde?!


 Para trás ficava o Talefe.

 Uma paragem para ver o Sol no seu "ciclo de sono"...