domingo, 14 de janeiro de 2007

Trilhos de Espindo

Mais um fim-de-semana e obviamente realizou-se mais um passeio. O ojectivo era percorrer alguns trilhos de Espindo. Com partida de Ruivães a próxima paragem era o Cabeço da Vaca (sempre a subir), passando pela Serradela. A partir daqui iniciou-se a descida até Espindo por trilhos com muita pedra e piso muito irregular, pondo à prova a técnica e a resistência das bikes. Com maior ou menor dificuldade todos os obstáculos foram ultrapassdos.
































sábado, 13 de janeiro de 2007

Próximo passeio

 


Amanhã alguns elementos do RCC vão realizar um passeio; ainda não está nada definido, mas começará na Vila de Ruivães pelas 9 horas e o destino será a Serra da Cabreira (como sempre).


 


Entretanto, descubram as diferenças entre o ultimo passeio e outro realizado em Fevereiro do ano passado.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2007

Passeio pela Cabreira - mais imagens















Eis algumas das imagens das últimas pedaladas que ficaram por mostrar.

domingo, 7 de janeiro de 2007

Passeio Serra da Maçã - Cabreira




Serra da Maçã - Junto a uma Cerca de gado.






Serra da Maçã - Uma tentativa de passagem pela lama. Aqui a agilidade foi fundamental.


Um "duro" aqui na brincadeira.




Travessia de uma riacho, mas parte dele foi atravessado em cima da bike.


Caminho que liga Ruivães à Botica


Mais uma vez dois "duros" (habituais) do RCC foram pedalar com destino à Serra da Maçã. A partida deu-se, como habitualmente, de Ruivães, percorrendo caminhos antigos com destino à Botica. Durante alguns kms tivemos que pedalar no alcatrão até Campos e a partir daí entramos novamente nos trilhos e caminhos bem ao nosso gosto com subidas e descidas para todos os gostos. Pelo meio ainda houve tempo para travessias de riachos, quedas parciais em lama...

Boas pedaladas!

domingo, 24 de dezembro de 2006

Até ao topo (novamente)

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Apenas um dos duros em mais uma subida até ao alto do Talefe (ponto mais alto da Serra da Cabreira), realizada esta manhã.


Para ver este mesmo passeio - mais coisa menos coisa - no ano passado, aqui, e a ultima vez que lá fomos, aqui.


 


PM disse:


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Realmente foi um bom passeio, pena é que as fotografias não mostrem tudo, pois foram tiradas com o telemóvel já que a máquina “foi-se”; foi um bom passeio apenas algo atribulado no fim com um furo na roda de trás. Aparte isso foi muito bom ir até lá acima, a sentir o frio e o vento, parar para fotografar, ver a paisagem e até para caminhar um pouco, tudo para passar uma manhã em cheio e aproveitar para por as ideias em ordem. Depois de consertado o furo voltarei a pedalar; sozinho ou acompanhado, depende dos duros.



"

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

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Apenas um dos duros numa volta de pouco mais que 15 km, que teve muitas paragens para tirar fotografias e que por isso demorou cerca de duas horas.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

Testes em S. Lourenço

Desta feita e visto que nem todos os "duros" estão disponíveis a volta não foi na Cabreira, mas sim na Serra do Gerês, mais propriamente em S. Lourenço, num total de cerca de 23 km.



A saída foi de Frades pelo estradão antigo que liga Saltadouro à Misarela. Junto à Ponte de Frades fez-se um corte pelo alcatrão. Esta primeira fase foi para ver o comportamento da Bike em terrenos mais planos. Este não é dos nossos terrenos favoritos, mas para fazer o teste foi necessário. Daí até S. Lourenço foi sempre a subir durante alguns kms. Ainda houve tempo para uns saltos na Srª das Neves. A bike comportou-se bem.








Na chegada  a S. Lourenço teria que se procurar um estradão em terra para subir, de preferência técnico. Lá se encontrou um que passa pelo centro do Lugar e vai dar a Lapela. Como foi bom para subir, melhor seria descê-lo! Assim foi e a alta velocidade. Novamente em S. Lourenço havia a dúvida em encontrar o caminho certo para Cabril, mas sempre pelo monte! Pedida a informação aos populares, foi indicado o melhor estradão. Lá diziam eles "olhe que o caminho é muito inclinado e tem muitas pedras, não sei se passa!". Era isso que se queria ouvir. Mas conversa puxa conversa e o pior era descer. Já havia presunto, vinho e mais que houvessse. A pressa é que era muita e ficou para uma próxima. Muito boa gente, como por exemplo o sr. João, a srª Maria da Laja e o seu marido Lourenço...









Foi iniciada a descida - mas ainda houve tempo para mais um engano - e daí até à Ponte de Frades foi um "abrir e fechar de olhos". Depois só restava fazer a subida até ao túnel.

Valeu a pena!