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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Quase a par


Este sábado (2 Fev) foi dia para voltar a pedalar (quase) a par novamente, ao fim de mais de um ano. Combinamos o encontro para as nove horas da manhã em Ruivães com o objectivo de fazer o percurso habitual, mais para esticar as pernas e pôr a conversa em dia. Como não nenhum de nós anda propriamente a tomar aquelas ampolas que permitem queimar os açúcares que se vê num determinado anúncio comercial, tentamos também libertar-nos de alguns excessos que ainda estavam cá acumulados desde as festas natalícias …
Saímos então de Ruivães já passava das nove horas, em direcção à serra, passando pela Picota, Santo Amaro e pelos caminhos rurais até á Botica






Daqui seguimos pela estrada municipal até Zebral.











Depois de chegarmos ao topo, trocamos de bicicleta um bocado para ver a nova aquisição do Filipe. Da Lameira para diante foi sempre a andar até à Volta do pardinho onde paramos para umas série de fotografias.







Continuamos até ao carvalhal à entrada em Caniçó, tendo depois seguido quase sempre sem parar até lá abaixo.






De Campos até á Botica fomos pela estrada porque o tempo apertava para outros compromissos e não sabíamos em que condições está o caminho que vem dar ao alto da Botica.

À entrada de Ruivães uma paragem lá no alto para contemplar a paisagem sobre a Vila, Vale e Quintã.





Foi um total de 26 km. 

As próximas pedalas estão previstas para o dia 23 de Fevereiro, uma volta com sensivelmente o dobro dos quilómetros e na companhia de alguns amigos. 


Fotografias: Nuno Gonçalves e Paulo Miranda
Texto: Paulo Miranda


domingo, 25 de novembro de 2012

Saudades de volta (II)

Passei a(s) semana(s) a mentalizar-me que este fim-de-semana, desse por onde desse, tinha que ir pedalar na minha serra da Cabreira e, depois de ver as previsões meteorológicas que apontavam chuva, interiorizei mais que tinha mesmo que ser.
À saída de Casa, os últimos alertas de que estava para chover e ia ficar todo molhado, mas ainda assim lá fui.
 
Contornei pelo Pelourinho, subi a Picota, fui até à Botica pelos caminhos rurais, pela estrada municipal até Campos, virei no caminho junto às alminhas do Lopes, até à entrada do Carvalhal do Esporão para as primeiras fotografias.
 
 
Daqui segui pelo caminho que vai dar ás Cruzinhas. A chuva começava a ser mais e o próprio caminho tinha água, fazendo com que praticamente ficasse molhado na cabeça e nas pernas. A máquina fotográfica também começou a dar sinais de que estava a ficar afectada com tanta chuva, como se pode ver nas fotografias.
 

Nas Cruzinhas uma nova paragem para umas fotografias à barragem que estava na sua cota máxima.



Normalmente quando faço este trajecto costumo seguir para a direita em direcção à Tranqueta, mas variei um bocadinho e subi das Cruzinhas em direcção ao alto de Caniçó e à saída do lugar, nova paragem para fotografar o carvalhal onde as populações de Ruivães, Vale e Botica, fazem o merendeiro do Pardinho.



 
Daqui em diante foi quase sempre a rolar aproveitando que as subidas tinham terminado. Na volta do pardinho virei à direita, iniciando assim o regresso. Uma paragem junto a um ribeiro para uma nova fotografia.
 


Segui sempre pelo estradão que vem de Salto em direcção à Lameira. É muito rolante, mesmo com o terreno mole por causa da chuva e da lama. Na Tranqueta o estradão fica melhor, mais compacto, por causa dos arranjos aquando da instalação das eólicas. Foi sempre a rolar até perto da Casa da floresta da Lameira, onde parei no caminho quem vira para o Alto do Trovão para um apontamento fotográfico de que falarei depois.



Quando avistei Zebral o vento foi forte e ia-me deitando abaixo da bicicleta. Entre descer pela estrada e pel Botica ou descer pelo meio de Zebral até à Canela e daqui até à Abeleira e Ponte de Ruivães, optei por esta última, e não me arrependi.
Logo no alto de Zebral parei junto de amigos que estavam a fazer a matança do porco. Bebi uma tigela de vinho mas tive que recusar - a muito custo - o sangue cozido com azeite e alho, para mim, o melhor que tem as matanças.



Desci o lugar de Zebral até à Canela e daqui pela Abeleira até ao rio, atravessando-o no "Poço das Mulhres".



Daqui até ao "Traves" onde me fiz uma pergunta: «poderá um homem resistir aos encantos do "Traves"?»





O final de volta foi feito pela estrada até Ruivães, onde já me chamavam para o tão aguardado almoço.
 
Paulo Miranda


 

sábado, 15 de outubro de 2011

À procura do azeite


Esta volta foi pensada a partir de um convite para fazer uma caminhada amanhã, mas que por dificuldades de agenda tive que recusar, não sem antes dizer que se calhar programava a minha volta para que pudesse encontrar esses amigos; no entanto, acabei por me encaminhar para aquela zona da serra hoje.
Depois de um inicio muito prometedor enganei-me nos sinais que marcam o percurso e depois de regressar quase ao mesmo sitio onde me tinha enganado, resolvi seguir por um caminho onde não passava há quatro ou cinco anos, desembocando depois num outro onde nunca tinha pedalado. Aqui ficam algumas fotografias desse percurso de 35 km que começou em Zebral, Tranquilho, Volta do Pardinho, Caminho para o Sr. dos Aflitos, virei em direcção a Corva - freguesia de Salto (onde me enganei), estradão fora até às Torrinheiras, regresso pela Cerca do Gado, estradão fora até Zebral novamente.








































segunda-feira, 11 de abril de 2011

Volta # 12 - 09 Abr: 26 | 2705
















O meu objectivo neste sábado de manhã era ir ver o Campeonato Ibérico de Orientação que decorria em Salto e por isso saí bem cedo (pouco passava das oito e meia) de Ruivães, passando por Picota, Santo Amaro, Botica, Zebral (pelo caminho que passa nos Pardieiros até às alminhas e daqui até ao estradão em terra batida pelo trilho), Lameira, Tranquilho, Volta do Pardinho, estradão fora até encontrar a prova perto do Sr. dos Aflitos onde me demorei poucos minutos porque estava fresco o tempo e não queria arrefecer; continuei até à estrada de Salto para Paredes, virei para Paredes, Caniçó, alto de Caniçó, Cruzinhas (perto), Linharelhos, Lamalonga, pelo caminho do alto de Lamalonga até ao cemitério de Campos, Campos, trilhos de Campos ... onde rebentei o pneu traseiro por causa de uns troncos de giesta que estavam cortados.