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domingo, 24 de fevereiro de 2013

Visita à Sra da Fé com final em trilhos técnicos

Distância: 25 kms
Tempo:2h32m

O objectivo do dia era sair mais cedo, mas os afazeres de pai só o permitiram a partida às 10h00. 

Como o tempo disponível não era muito resolvi, numa primeira fase, fazer um pouco de estrada. No entanto - e ainda não percebi porque isto acontece - fui-me dirigindo ao monte, mais especificamente à Sra da Fé. 

Feita esta "peregrinação" entrei no estradão da serra que conduz à Serradela. Porém, pelo caminho, encontrei o grupo da Pedalarvieira, ao qual me juntei e assim aproveitei para realizar os trilhos finais do passeio que se realizará no próximo domingo.

Acabou por ser uma volta interessante.


Aqui já com a Serradela perto e ao fundo vemos as eólicas do Talefe.

Ao lado direito a paisagem era esta, com vieira como pano de fundo.

Já na Serradela...

... enquanto não entrava nos primeiros singletracks do dia.


Para trás ia ficando as eólicas da Cabeça da Vaca, antes de me deliciar com os vários kms de singletracks, alguns dos quais bastante técnicos, mas que para nós são uma "via rápida".

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Volta a "solo" pelos trilhos de Turio

DADOS DA VOLTA

Distância: 23,82 km
Tempo: 02:16:15

Aproveitando o bom dia que se fez sentir no sábado, fiz-me à estrada para mais uma volta não muito longa e com o objectivo de (re)conhecer alguns trilhos.
Assim sendo, parti de casa com direcção à Serradela via estrada sempre num ritmo mais calmo.



Já na Serradela descobri uns trilhos novos e fui "obrigado" a testá-los.




Pelo meio encontramos esta ponte propositadamente construída para um evento que se realizará no início do próximo mês em Vieira do Minho e que vale a pena participar.









 Posso dizer que apesar de pedalar a "solo" (o que não é nada aconselhável) diverti-me imenso e muito em breve farei novamente o percurso, mas agora com mais distância e com outra" montada".


Aqui fica um gráfico da volta:




segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Da Serradela ao Sr do Aflitos.


Dados da Volta:

Distância: 34,82 kms
Tempo: 1h58m
Velocidade Média: 17,7 km/h
Velocidade Máxima: 52 km/h

O tempo não tem ajudado e consequentemente reflecte-se na forma física. Assim sendo teria que escolher um percurso relativamente rolante! Para isso aproveitei as abertas de sábado e fiz-me aos trilhos. 

A partida deu-se na Serradela, passando por Espindo, Zebral e finalmente Cruzinhas. Inicialmente estava prevista a subida até próximo do Talefe para depois descer pelo antigo trilho que encaixava nas Placas. Depois uma uma ligeira reflexão concluí que esta parte final seria demasiado arriscada para um pai de um filho!Portanto... mudança de planos.

Como as saudades dos trilhos da Maçã eram muitasresolvi fazer uma visitinha à capela do Sr dos Aflitos, já muito próximo de Salto. 
O certo é que o terreno das Cruzinhas até ao meu destino final estava com muita lama e obviamente muito pesado, mas valeu a pena! 
O regresso fez-se exactamente pelo mesmo trajecto só que com muito mais cansaço, com uma fome fora do vulgar e com a noite a surgir.
















segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Voltas a solo... Sra da Fé e Orada.


Depois de cerca de 15 dias sem pedalar, mais uma vez optei (via da necessidade) por efectuar uma volta  curta de final de tarde.

Distância: 25 km (Dados do Gps incompletos)
Tempo: 1h31m
Média: 16 km/h


Poucos kms após a saída de Vieira, e já em Cantelães, fiz uma pequena paragem para umas afinações na bicla e aí aproveitei para observar estes garranos.

Afinações feitas foi só continuar a subir até à Sra da Fé, sempre via alcatrão (por norma provoca-me alergia e desta vez não fugiu à regra).


Uma outra perspectiva da igreja da Sra da Fé.

Mas a primeira fase do primeiro descanso estava a chegar e, finalmente, também o alcatrão acabava aqui.
 Vieira, ao fundo.

Foi pena não trazer o presunto...

Para dar energia para as subidas que ainda não tinham finalizado.



As eólicas da Cabeça da Vaca e mais ao fundo as eólicas do Talefe.


 Mas para testar os novos pneus ainda fiz o trilho dos pinheiros... que maravilha.


O dia já estava frio, mas apanhar com esta nortada em final de dia já estava a ser "dureza".

Como parece ser habitual ainda houve tempo - que remédio - para ver o sol a "repousar no seu leito".
A partir daqui ainda houve tempo para passar pela Sra da Orada a assim mais uma vez cheguei a casa de noite.